Skip to content

Bibliografia anotada sobre PLEs (I)

November 13, 2011

[sorry, portuguese only; it’s a work for the master’s]

MMBRoss & MPWelsh (2007). Formative Feedback to Improve Learning on a Teacher Education Degree using a Personal Learning Environment. International Journal of Emerging Technologies in Learning (iJet), 2(3): ##-## (revista em linha sem paginação; acedido em 11/11/2011)

Descrição: trata da utilização de um PLE institucional para obviar à falta de interesse demonstrada por alunos novatos dum curso de formação de professores, com vista à alteração da atitude passiva relativamente ao processo de aprendizagem e ao desenvolvimento de pensamento crítico nos estudantes. Envolve a inclusão de avaliação por pares e “feedback” atempado por tutor. Identificaram-se módulos de conteúdo adequados a uma avaliação formativa frequente (3 semanas) para permitir aos estudantes apreciarem o próprio progresso. No final, a avaliação integrada vale 50% da nota final, sendo o resto feito por exame (exigência institucional). Usou-se uma aproximação em “blended learning“.
A avaliação da investigação foi feita por “action research“, com utilização de inquériots, “focus groups” e entrevistas.
O PLE institucional foi usado para submissão de trabalhos e avaliação formativa e respectivo “feedback” (pares), com revisão por tutores.
A resposta dos estudantes foi positiva, com sinais claros de aumento da participação na auto-aprendizagem, deixando indicações relativas ao incremento do suporte por tutores e a alguma dificuldade em lidar com o PLE institucional.

Avaliação: o artigo é importante na medida em que demonstra uma mudança de atitude por parte dos estudantes em função da alteração da estrutura do curso, especialmente a nível da avaliação frequente incluida e do “feedback” por pares. Também é importante por reflectir uma mudança de um sistema presencial para um de “blended learning”, com bons resultado práticos. As dificuldades com o PLE institucional (não será antes um LMS?) apontam para uma possível solução menos estruturada, caso seja considerado que a perda de controlo por parte de professor e tutores é aceitável.

3 Comments leave one →
  1. November 22, 2011 11:24 am

    “Não será antes um PLE?”

    Boa pergunta.

    Talvez não tenhamos de ser dicotómicos:

    “Anderson considera que não existem para já condições para concretizar essa visão, pois os LMSs oferecem, por enquanto, algumas vantagens importantes: são desenhados de forma eficiente para fins específicos; têm já um bom nível de maturação; são
    ambientes seguros, quer em temos tecnológicos, quer em termos das interacções; são fáceis de utilizar; e o suporte é centralizado. No entanto, o futuro dos PLEs afigura-se-lhe mais seguro do que o de um qualquer LMS monolítico. Na sua opinião, só sobreviverão os LMSs que se abram a melhorias baseadas em standards, a pedidos de serviços externos e à forte dinâmica de evolução no sentido de aplicações educativas realmente centradas nos aprendentes (2006). Desse ponto de vista, os PLEs apresentam muitas vantagens: identidade; persistência; personalização e controlo; posse (ownership); presença social; capacidade e velocidade de inovação; e conectividade aberta.”

    Mota, José (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do conceito. In Educação, Formação & Tecnologias, vol.2 (2); pp. 5-21, Novembro de 2009

  2. November 22, 2011 11:24 am

    “Não será antes um PLE?”

    Boa pergunta.

    Talvez não tenhamos de ser dicotómicos:

    “Anderson considera que não existem para já condições para concretizar essa visão, pois os LMSs oferecem, por enquanto, algumas vantagens importantes: são desenhados de forma eficiente para fins específicos; têm já um bom nível de maturação; são
    ambientes seguros, quer em temos tecnológicos, quer em termos das interacções; são fáceis de utilizar; e o suporte é centralizado. No entanto, o futuro dos PLEs afigura-se-lhe mais seguro do que o de um qualquer LMS monolítico. Na sua opinião, só sobreviverão os LMSs que se abram a melhorias baseadas em standards, a pedidos de serviços externos e à forte dinâmica de evolução no sentido de aplicações educativas realmente centradas nos aprendentes (2006). Desse ponto de vista, os PLEs apresentam muitas vantagens: identidade; persistência; personalização e controlo; posse (ownership); presença social; capacidade e velocidade de inovação; e conectividade aberta.”

    Mota, José (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do conceito. In Educação, Formação & Tecnologias, vol.2 (2); pp. 5-21, Novembro de 2009

Trackbacks

  1. Bibliografia anotada sobre PLEs (I) | PPeL5 - MPEL | Scoop.it

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: