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Mestrado em Pedagogia do e-Learning

April 9, 2011

O módulo de ambientação está quase terminado. Foi uma experiência interessante, por revelar mecanismos de funcionamento e de regulação interna que são diferentes daqueles a que estava habituado em contexto de ensino presencial. Citando Wenger indirectamente, não há dúvida que as coisas se aprendem praticando e temos já um embrião de uma comunidade de prática estabelecido.
A exploração do Second Life, apesar de breve, foi para mim uma surpresa. Há coisas novas na Web todos os dias, e nem sempre é possível acompanhar, por uma questão básica: falta de tempo. Verifiquei que é uma forma de convívio virtual, no bom sentido da palavra, que pode substituir-se a actividades de conjunto para pessoas afastadas geograficamente. Vou ficar atento a aplicações mais sérias, cuja utilidade já intuo neste momento.

3 Comments leave one →
  1. April 12, 2011 1:23 am

    Viva Manuel,

    Ainda existem muitos preconceitos sobre o ensino a distância e, mais concretamente, sobre o ensino online. Felizmente que muitas Universidades, com a UAb na linha da frente, vão demonstrando, com (bons) exemplos, que a EaD online é tão ou mais exigente e tem tanta ou mais qualidade que o ensino presencial.

    É com muito orgulho que participo, juntamente com todos vós, em mais uma edição do MPeL, que contribuirá, estou certo, para dar mais um passo rumo à desmistificação das novas formas de aprender e ensinar.

    Quanto ao SL… é tão vasto que dá para tudo: coisas sérias ou menos sérias. A opção está sempre do nosso lado 😉

    Abraço!

    • April 17, 2011 11:33 pm

      Caros Manuel e Rui,

      Tenho algumas reservas quanto ao SL. Não porque a plataforma não seja fascinante, mas apenas porque as limitações técnicas parecem-me demasiado preponderantes no actual estado da arte. repare-se que mesmo pessoas adultas e com um acesso relativamente facilitado a máquinas potentes tiveram bastantes dificuldades em lidar com a plataforma, fosse porque não conseguiam instalar o programa, fosse porque não tinham placa gráfica suficiente ou ainda porque os menus de navegação não estavam devidamente configurados. No limite, é necessário um curso sobre o SL até se conseguir trabalhar no e com o SL! Talvez seja necessário deixar passar alguns anos até que o hardware evolua o suficiente (€€€€) e o peopleware também 😉

  2. April 18, 2011 3:46 am

    Concordo, Sérgio. Só tenho “hardware” em casa com capacidade para o SL porque herdei o portátil potente do meu filho mais velho (cujo écran avariou) e que foi “promovido” a meu “desktop” com um écran externo (estranha coisa esta de herdar dos filhos, 8-)).
    Quanto ao resto, depende da atitude de cada um. Eu gosto de arriscar e teimo bastante por minha conta. Entre “S. Google” e alguns conselhos do Rui, a coisa lá foi funcionando. Entretanto, já comecei a ver funcionar a entreajuda entre participantes na última conferência anunciada. Não é muito diferente da que funciona entre nós, nos fóruns do MPEL. Em abono da verdade, devo dizer que estes particpantes eram, provavelmente, todos alunos de qualquer coisa (pelo menos, o IPSantarém estava por trás).

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